10, 11 e 17/10/2018_AS SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS E AS SEQUÊNCIAS DE CONTEÚDO

O que é uma sequência didática?



Sequência didática são aulas sequenciais com o mesmo conteúdo. Um assunto muito extenso não pode ser resumido de tal modo que possa ser abordado somente em uma aula. Deve ser destrinchado. 



Zabala divide os conteúdo em três tipos:



1. Conceituais - O que devemos saber? É o conteúdo expositivo passado aos alunos.



2. Procedimental - Como devemos fazer? Os alunos operam algum material, desenvolvem uma atividade.



3. Atitudinal - Como devemos ser? Os alunos desenvolvem atitudes baseadas no que desenvolveram e aprenderam sobre tal conteúdo.



Um conteúdo pode ser mais de um tipo, pode até contemplar os três. A Taxonomia de Bloom auxilia na construção dos objetivos de cada aula da sequência didática.

O autor também expõe quatro unidades didáticas, demonstrando as diferentes formas de se trabalhar um conteúdo:


  • Unidade 1.  Nesta unidade o professor só trabalha com conteúdos conceituais. Com a memorização dos alunos na forma de tomar notas e sínteses.
  • Unidade 2.  Se utiliza conteúdos procedimentais com o uso do algoritmo para aprender operações de frações, por exemplo; e conceituais para a aprendizagem dos conceitos a serem trabalhados.
  • Unidade 3. Nesta unidade se pratica o diálogo entre professor e alunos e a comparação dos pontos de vista. Sendo estes conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais. Os atitudinais muitas vezes não entram na avaliação por serem conteúdos intrínsecos do aluno, como o respeito e espera pela vez de falar durante o diálogo.
  • Unidade 4. Quase todos os conteúdos contempla os três tipos: Conceituais, procedimentais e atitudinais. "Do mesmo modo que na unidade anterior, o fato de que apareçam estes conteúdos não quer dizer que exista uma consciência educativa" (p.61).


Referência(s): ZABALA, A. As sequências didáticas e as sequências de conteúdo. In: ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre : Artes Médicas, 1998, p.53 a 87.

Sequência didática sobre Anfíbios (sem correção):



Instituição: E.E.E.M. Padre Pacífico
Ano/Série: Ensino médio
Componente Curricular: Biologia
Professor(a)/Acadêmico: Amanda Almeida, Ariele Brasil, Mariana Goulart e Sinara Pereira

SEQUÊNCIA DIDÁTICA
I. ANÁLISE DA REALIDADE
Assunto: Anfíbios
Necessidades: Os anfíbios são essenciais para o meio ambiente pois controlam a abundância de insetos e outros invertebrados, além de serem bioindicadores ambientais. Esses animais são utilizados em pesquisas com o propósito de descobrir novas substâncias úteis para medicamentos, por meio das substâncias liberadas pela pele. No Brasil ocorre a maior diversidade de anfíbios, mas estão ameaçados de extinção, então o estudo dessas espécies é necessário, primeiro para se conhecer a diversidade e segundo para se conscientizar de sua importância e conservação.  

II. PROJEÇÃO DE FINALIDADES
Objetivo(s):
Geral:

Diferenciar os anfíbios das demais espécies de animais e diferir sapos de salamandras e cobras cega.

Entender a importância da conservação das espécies da classe Amphibia.

Específicos:
Aula 1:

Esclarecer as mudanças morfológicas da transição dos peixes para os anfíbios.

Aula 2:

Identificar as características gerais e distingui-las em cada ordem.

Empregar corretamente as palavras que correspondem a cada sinapomorfia.

Diferenciar as particularidades da reprodução de cada ordem dos anfíbios.


Aula 3:

Conscientizar sobre a importância econômica, ecológica e medicinal.

Valorizar a diversidade de anfíbios existentes no Brasil.

Descrever de maneira geral o conteúdo discutido em aula através da elaboração de livro didático.



III. FORMAS DE MEDIAÇÃO

Conteúdo(s):
Conceitual
Procedimental
Atitudinal
Evolução dos anfíbios
X


Características gerais
X
X
X
Ordens Anura, Urudela e Gymnophiona
X


Reprodução
X
X

Importância econômica, ecológica e científica
X
X
X
Metodologia:
AULA 1

1.º MOMENTO: MOBILIZAÇÃO PARA O CONHECIMENTO

A aula será iniciada com questionamentos aos alunos sobre o que eles sabem ou já ouviram falar em relação aos anfíbios. Poderão surgir questões como: O sapo jorra leite que cega? Xixi do sapo nos deixa cego? Se jogar sal no sapo ele morre? Porque as rãs ficam em nossos banheiros? Rãs, sapos e pererecas possuem veneno? Do que os sapos se alimentam? De onde apareceu a lenda de que se beijar o sapo ele vira príncipe? Entre muitas outras dúvidas que serão respondidas até o final da aula.

2.º MOMENTO: CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

Reproduzir o vídeo (https://www.youtube.com/watch?v=XRwnT-tEgqA) que introduzirá o assunto da aula.

Texto xerocado e entregue para ser feita a leitura individual sobre a evolução dos anfíbios:

A Evolução – Da Água para a Terra

     Os primeiros anfíbios se desenvolveram durante o período Devoniano, há cerca de 370 milhões de anos atrás. Com o calor e umidade presentes naquela época os lagos se transformaram em pântanos, pobres em oxigênio, matando os animais aquáticos. Foi nesse período que uma ordem de peixes ósseos desenvolveu barbatanas musculares apoiadas em ossos, adaptadas ao ambiente lamacentos. A partir dessa adaptação conseguiram se sustentar e se locomoverem na terra, em busca de água, e auxiliou também na respiração fora d’água.
     As principais observações levaram a interpretações que apontavam a necessidade de caminhar de uma lagoa com escassez de água para outra como a principal pressão motivadora da seleção e do estabelecimento de tais características. Essa capacidade de se locomover de uma lagoa para outra favoreceria a seleção de peixes mais adaptados à água e que podiam passar apenas curtos períodos em terra firme. Porém, com o descobrimento da espécie Tiktaalik roseae, que possuía tanto características aquáticas como terrestres, que outros fatores poderiam ter atuado, como a possibilidade de explorar um ambiente novo, sem predadores e competidores, e com fartura de recursos. Nessas condições, não apenas as alterações no esqueleto e nos músculos seriam selecionadas, mas também outras que facilitariam o gradual abandono da água.

Entregar a imagem xerocada do Tiktaalik roseae (anexo).

Questionar “Como surgiram os anfíbios?” registrando no caderno suas considerações.

Levar os alunos no laboratório de informática para buscarem as respostas das perguntas, em grupos, levantadas no inicio da aula.

Debater as respostas encontradas.


3.º MOMENTO: SÍNTESE DO CONHECIMENTO

Os alunos deverão fazer um registro no caderno sobre os questionamentos e suas respostas no caderno, poderão surgir algumas conclusões como por exemplo:

O sapo não jorra leite que cega porque ele não produz leite. Possui na parte lateral da cabeça duas glândulas chamadas parotóides, que produzem uma secreção de aspecto leitoso, utilizado para defesa.

O xixi do sapo não causa danos às pessoas. A urina pode conter toxinas como a de qualquer outro animal, ela será toxica apenas para pequenos animais ou em contato com mucosas.

O sal pode matar os anfíbios porque sua pele é um tegumento permeável, por causa do seu modo de respiração. Sua respiração é pulmonar ou cutânea, feita através da pele. Então precisa estar sempre úmida, para que as trocas gasosas possam ocorrer. Se jogarmos sal no sapo, o sal por um processo de osmose retira a umidade da superfície cutânea e a água das células epidérmicas, o que pode resultar em feridas, desidratação, hemorragias, infecções e pode levar o anfíbio a óbito.

As rãs ficam em nossos banheiros, devido à perda de habitat natural, elas precisam ficar em lugares úmidos por causa de sua pele, então podem encontrar no banheiro um ambiente adequado.

Sim, alguns sapos, rãs e pererecas possuem veneno. As rãs possuem veneno em sua pele, mas não há meios de injetar esse veneno no ser humano. Os sapos venenosos são bem coloridos. Suas cores servem como um aviso de alerta para os seus predadores. Os anuros possuem glândulas que produzem veneno, o envenenamento de pessoas por toxinas produzidas por anuros é baixa.

O sapo, basicamente, se alimenta de insetos, não tem dentes, até mesmo por que não precisa, utiliza a língua para fisgar os insetos que consegue localizar.

Sapos produzem diversas secreções, que quando ingeridas podem trazer alguns efeitos, inclusive o efeito alucinógeno. Algumas tribos indígenas fumavam essas toxinas ou lambiam a pele das rãs e sapos para ter este efeito. Muitos contos de fadas se aproveitam desta característica e modificam a frase verdadeira: Lamber um sapo pode dar alucinações; para a frase: Beije um sapo para ele virar príncipe.


AULA 2

1.º MOMENTO: MOBILIZAÇÃO PARA O CONHECIMENTO

Começar a aula relembrando como surgiram os anfíbios.


2.º MOMENTO: CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

Professor explicaria sobre as características gerais, reprodução e divisão dos anfíbios, enfatizando as palavras-chave, destacadas em negrito nos textos abaixo, no quadro.

Características gerais

     O nome “Anfíbios” vem do grego amphi = dupla e bios = vida. Uma vida dupla, parte na água e parte da terra. Esse grupo inclui sapos, rãs, salamandras e cobras cegas. Esses animais se caracterizam por ter a pele fina, sem escama, lisa e úmida, com grande quantidade de glândulas. Estas podem secretar substâncias venenosas ou no tipo de muco para proteção contra dessecação. A pele também é a responsável pela respiração cutânea.
      É por esse motivo que o sal prejudicaria os anfíbios. Eles possuem a pele fina e é a partir dela que ocorrem as trocas gasosas. No corpo dos seres humanos existe certa porcentagem de água e a água sempre tende a diluir as substâncias, certo? Então se jogassem sal em cima de um sapo a água do corpo dele sairia em direção ao sal para diluí-lo. O mesmo aconteceria com nós se ficássemos horas dentro do mar. Pode-se notar de as pontas dos nossos dedos enrugam, murcham, é por esse motivo.
      Os anfíbios são carnívoros. Possuem a boca grande, com dentículos, em uma ou ambas as maxilas. A língua é elástica, pegajosa e pode ter vários centímetros de comprimento para capturas presas a maiores distâncias. São ectodérmicos, vertebrados com sangue frio, a temperatura do corpo varia de acordo com a temperatura do ambiente. Principalmente em razão disso e da necessidade de manter a pele úmida, são mais abundantes nas regiões tropicais que em ambientes extremos, como os desertos e regiões polares.
     São divididos em três ordens: Anura, Urodela e Gymnophiona. Os anuros, do grego an = sem e oura = cauda, é o grupo mais numeroso, inclui rãs, pererecas e sapos. O corpo se caracteriza por apresentar cabeça e tronco fusionado e não ter cauda na fase adulta. Possuem os quatro membros bem desenvolvidos, com as pernas traseiras alongadas e adaptadas para o salto.

Reproduzir o vídeo da salamandra terrestre (https://www.youtube.com/watch?v=t-EzjW2spnk&t=28s) e posteriormente da salamandra aquática (https://www.youtube.com/watch?v=iPv1YMQFeqA).

     Urodela do grego oura = cauda e delos = evidente, que inclui as salamandras. Animais de corpo alongado, chegando a medir 20 centímetros de comprimento, mas algumas espécies chegam à 1,5 metro, com cauda e membros curtos, todos do mesmo tamanho. Tanto as salamandras totalmente aquáticas quanto as terrestres apresentam quatro membros locomotores. Sua forma de locomoção é por flexão lateral, como os peixes, mas com apoio no solo. A salamandra aquática, Axolote, como vimos no vídeo possui brânquias externas que é uma característica larval.
     Gymnophiona do grego gymné = nu e ophis = serpente é o grupo menos conhecido e inclui os anfíbios denominados cobras cegas ou cecílias, que tem corpos alongados e sem apêndices, semelhantes aos de serpentes. Esses anfíbios passam a maior parte da vida embaixo do solo e seus olhos são pouco desenvolvidos ou ausentes. Por esse motivo, esses animais podem ser totalmente cegos, mas possuem tentáculos sensoriais próximo ás narinas.


Reproduzir o áudio do vídeo sobre os sapos vocalizando e questionar se sabem o que é (https://www.youtube.com/watch?v=6vfqtuV6Law). Explicar que os sapos machos vocalizam na época de reprodução.


Reprodução

     De maneira geral, eles ainda dependem da água para se reproduzir, pois a fecundação é externa na maioria, e o ovo, sem casca, anamniota, deve permanecer dentro da água para evitar dessecação.
      Os sexos nos anfíbios são geralmente separados, e em alguns casos o dimorfismo sexual é acentuado. Sapos e rãs têm um ritual de acasalamento elaborado, em que o macho abraça a fêmea, comportamento esse chamado de amplexo. Os dois liberam os gametas na água, onde ocorre a fecundação.
      A maioria dos anfíbios apresenta desenvolvimento indireto, com uma fase larval aquática, chamada de girino. As larvas são bem diferentes dos adultos, apresentando características semelhantes aos peixes: cauda, linha lateral, respiração branquial e cutânea e excreção de amônia. O desenvolvimento da larva em um anfíbio adulto ocorre no processo de metamorfose, quando ela passa por diversas transformações, como o desenvolvimento de pulmões, eliminação da cauda e surgimento de pernas.
     Alguns animais apresentam cuidado parental, constroem ninhos, secretam muco em volta dos ovos para evitar a dessecação e permanecem perto dos ovos até eles eclodirem.
     Na ordem Anura, na época do acasalamento, os machos de algumas espécies, emitem sons particulares, chamados de coaxar, o áudio reproduzido. Cordas vocais produzem esses sons, que são então amplificados pelos sacos vocais, pregas de pele localizada embaixo da boca dos machos.
     Na ordem Urudela, o desenvolvimento pode ser direto (salamandras terrestres) ou indireto (a larva é aquática, com brânquias). Algumas salamandras ainda apresentam pedomorfose, fenômeno em que o indivíduo adulto, sexualmente maduro, mantém algumas características da fase larval, como cauda e brânquias.

Reproduzir o vídeo sobre a salamandra dando a luz (https://www.youtube.com/watch?v=vA80b6-G-lo)
   

3.º MOMENTO: SÍNTESE DO CONHECIMENTO

Entregar o texto da reprodução com palavras faltando para os alunos completarem durante a explicação do mesmo (anexo).

Obs.: As palavras sublinhadas no texto acima são as que faltam no texto entregue aos alunos.


AULA 3

1.º MOMENTO: MOBILIZAÇÃO PARA O CONHECIMENTO

Revisar o conteúdo visto questionando os alunos sobre as aulas passadas. Cada aluno falará uma palavra-chave, conceito ou entendimento do assunto.

      Os primeiros anfíbios se desenvolveram durante o período Devoniano, há cerca de 370 milhões de anos atrás. Com o calor e umidade presentes naquela época os lagos se transformaram em pântanos, pobres em oxigênio. Foi nesse período que uma ordem de peixes ósseos desenvolveu barbatanas musculares apoiadas em ossos, adaptadas ao ambiente lamacentos. A partir dessa adaptação conseguiram se sustentar e se locomoverem na terra, em busca de água, e auxiliou também na respiração fora d’água.
       Os anfíbios possuem uma vida dupla, parte na água e parte da terra. Esse grupo inclui sapos, rãs, salamandras e cobras cegas. Esses animais se caracterizam por ter a pele fina, sem escama, lisa e úmida, com grande quantidade de glândulas. A pele também é a responsável pela respiração cutânea. Os anfíbios são carnívoros e ectodérmicos. São divididos em três ordens: Anura, Urodela e Gymnophiona.
        De maneira geral, eles ainda dependem da água para se reproduzir, pois a fecundação é externa na maioria, e o ovo, sem casca, anamniota, deve permanecer dentro da água para evitar dessecação. Os sexos nos anfíbios são geralmente separados. A maioria dos anfíbios apresenta desenvolvimento indireto, com uma fase larval aquática, chamada de girino. As larvas são bem diferentes dos adultos.


2.º MOMENTO: CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

Relatar a importância ecológica dos anfíbios, onde eles aparecem como bioindicadores, ou seja, sua presença indica que o ambiente está em equilíbrio ecológico. Alguns grupos são responsáveis por pesquisas para descobertas de medicamentos, como é o caso da perereca Pseudisparadoxa a qual produz uma substância capaz de tratar diabetes e a perereca cola que produz uma cola capaz de ajudá-la a subir nas paredes por toda a vida sem diminuir sua aderência e está servindo de inspiração para criação de uma nova cola cirúrgica.


3.º MOMENTO: SÍNTESE DO CONHECIMENTO

O professor separará os alunos em 9 grupos a partir dos tópicos a seguir: Capa e sumário, características, reprodução, evolução, Anuros, Urodela, Gymnophiona, importância e proposta de conservação e conscientização. Após entregará uma folha de ofício para cada grupo e sorteará o assunto.

Cada grupo terá que desenvolver um capítulo do livro (uma folha de ofício dobrada ao meio, o que equivalerá a quatro paginas do livro) com criatividade (desenhos, mapas mentais, figuras, esquemas) e coloridos.

No final da aula todos os capítulos serão agrupados para formar um livro.

Tempo: 3 aulas (cada aula tem 2 períodos de 50 minutos cada).
Recursos: Folha impressa, laboratório de informática, folhas de ofício, giz, lápis de cor, revistas para recortes, canetinhas, giz branco, quadro negro, slides, vídeos.

Avaliação: A avaliação vai consistir na participação do aluno em aula, com questionamentos, pesquisas, registros no caderno, completar o texto entregue sobre reprodução e a confecção do livro.

Tarefa: Trazer materiais para a elaboração do livro na terceira aula.


Observações:




Referências:

VASCONCELLOS, Celso dos S. Construção do Conhecimento em sala de aula. São Paulo: Libertad, 2002.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de Ensino Aprendizagem e Projeto Político-Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2012.
ZABALA, Antoni. A Prática Educativa - como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
Conexões com a Biologia. ed. Rita Helena Brockelmann. Organizadora. Ed. Moderna; obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela editora Moderna. 1. ed. São Paulo: Moderna, 2013.
Evolução dos anfíbios. Disponível em: < http://www.avph.com.br/anfibios.htm> Acesso em: 24/10/2018.
Mitos e verdades sobre sapos disponível em: <https://anfibiologos.wordpress.com/2016/06/21/mitos-e-verdades-sobre-sapos/> Acesso em: 25/10/18 e 30/10/18.
Verdades e mentiras sobre os sapos! Disponível em: <http://expedicaovida.com.br/verdades-e-mentiras-sobre-os-sapos/ Acesso em: 25/10/18 e 30/10/18.
 Dúvidas mais frequentes  sobre anfíbios anuros. Disponível em: <https://bibocaambiental.blogspot.com/2017/05/duvidas-mais-frequentes-sobre-anfibios.html> Acesso em: 25/10/18 e 30/10/18.


Anexo(s):

Vídeo Anfíbios - Trabalho do 2º ano disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=XRwnT-tEgqA > Acesso em 24/10/2018.
Imagem do peixe Tiktaalik roseae disponível em: <http://www.institutoaqualung.com.br/Site/Conteudo/Artigo.aspx?C=P8rfOvimWrM%3D > Acesso em: 27/10/2018.


Vídeo dos sapos vocalizando. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=6vfqtuV6Law> Acesso em: 27/10/2018
Vídeo da salamandra terrestre. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=t-EzjW2spnk&t=28s> Acesso em: 27/10/2018
 Vídeo da salamandra aquática. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=iPv1YMQFeqA> Acesso em: 27/10/2018
Vídeo da salamandra dando a luz. Disponível em:< https://www.youtube.com/watch?v=vA80b6-G-lo > Acesso em: 27/10/2018
Texto da reprodução:




Vacaria, 30 de Outubro de 2018.


Amanda Almeida, Ariele Brasil, Mariana Goulart e Sinara Pereira
Professor(a)/Acadêmico
Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas




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